O papell do professor deve fundamentar-se nas diferentes teorias relativas ao ensinar e ao aprender, mas, sobretudo, deve oportunizar o conhecimento e, também, a vivência de situações concretas de sala de aula, provendo a integração da teoria com a prática.
No contexto específico do trabalho pedagógico alfabetizador, o professor
vem dialogando com diferentes e inusitados desafios propiciados pela vivência da prática docente. Esses desafios, de natureza complexa e variada, conduzem o professor na construção de saberes e de ações para atender às necessidades oriundas deste fazer pedagógico. A rotina de um alfabetizador exige deste o domínio de conhecimentos gerais sobre o ensinar e o aprender, bem como requer saberes específicos sobre o processo de aquisição da língua escrita.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Tecnologias
Uso das tecnologias
No decorrer da minha pratica de estágio supervisionado e com o uso das TICs na qual estou tendo a oportunidade de planejar e aplicar, consegui detectar que o objetivo da utilização de jogos educativos no Laboratório de Informática é o de possibilitar a apropriação e o desenvolvimento do código escrito, direito de todo o cidadão, através de atividades lúdicas em informática, que constitui um atrativo para crianças e adolescentes.
No decorrer da minha pratica de estágio supervisionado e com o uso das TICs na qual estou tendo a oportunidade de planejar e aplicar, consegui detectar que o objetivo da utilização de jogos educativos no Laboratório de Informática é o de possibilitar a apropriação e o desenvolvimento do código escrito, direito de todo o cidadão, através de atividades lúdicas em informática, que constitui um atrativo para crianças e adolescentes.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Estágio supervisionado
Importância do estágio
Na semana que se passou me senti muito tensa com a chegada do email de aviso da primeira visita da supervisão de estágio, me vi como uma estudante do magistério, me senti insegura e nervosa. E então chegou o dia e a visita ao invés de se tornar algo temível tornou-se algo agradável e construtivo e assim aprendi que o estágio tem que ser visto como uma oportunidade de formação contínua, um momento de atualização e aplicação da prática pedagógica. Neste espaço o professor assume o papel ativo e isto exige um confronto com a realidade, estando aberto a mudanças objetivando o crescimento pessoal e profissional da sua prática docente.
Assim aprendi alguns fatores que devem ser observados como a necessidade de ver o estágio como uma oportunidade de aprendizagem entre os experientes e os que estão chegando lá.
Na semana que se passou me senti muito tensa com a chegada do email de aviso da primeira visita da supervisão de estágio, me vi como uma estudante do magistério, me senti insegura e nervosa. E então chegou o dia e a visita ao invés de se tornar algo temível tornou-se algo agradável e construtivo e assim aprendi que o estágio tem que ser visto como uma oportunidade de formação contínua, um momento de atualização e aplicação da prática pedagógica. Neste espaço o professor assume o papel ativo e isto exige um confronto com a realidade, estando aberto a mudanças objetivando o crescimento pessoal e profissional da sua prática docente.
Assim aprendi alguns fatores que devem ser observados como a necessidade de ver o estágio como uma oportunidade de aprendizagem entre os experientes e os que estão chegando lá.
sábado, 22 de maio de 2010
Diferenças observadas
Diferenças observadas
Já passadas 6 semanas do início do estágio, pude observar a diferença no alcance de meus objetivos perante a aquisição do aprendizado de meus alunos. Posso arriscar a dizer que como estou seguindo um estágio orientado e supervisionado e por ter que planejar tudo o que pretendo realizar em prol da alfabetização dos meus alunos, tenho me sentido bastante segura e desempenhado meus objetivos na minha sala de aula muito mais organizados e direcionados.
Já passadas 6 semanas do início do estágio, pude observar a diferença no alcance de meus objetivos perante a aquisição do aprendizado de meus alunos. Posso arriscar a dizer que como estou seguindo um estágio orientado e supervisionado e por ter que planejar tudo o que pretendo realizar em prol da alfabetização dos meus alunos, tenho me sentido bastante segura e desempenhado meus objetivos na minha sala de aula muito mais organizados e direcionados.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
projetos
Trabalhando com projetos
Não devemos imaginar que o projeto é mais uma atividade que vamos ter de fazer como tantas outras ou que a escola estão arrumando mais serviço para nós. No projeto, nós professores não devemos pensar que somente teremos mais um afezer, pois quem na realidade deve interagir e trabalhar são os alunos. Nós professores deveremos administrar essa atividade, mediando e facilitando suas etapas. Àquele professor que resiste a trabalhar com projeto, achando que terá mais serviço, eu aconselho estudar um pouco mais sobre o que é realmente um projeto, pois só assim perceberá que não é essa a proposta. Muitos resistem por causa dos conteúdos. Aconselho, nesses casos, que pensem então em trabalhar os conteúdos com projetos ou projetos dos conteúdos. Particularmente, acho que a resistência maior está no desconhecido e também na necessidade de ser mais flexível, já que é impossível trabalhar com projetos de forma rígida e inflexível. Num projeto, estamos abertos a tudo, pois projetar é uma referência ao futuro, que, em muitos casos, ainda é desconhecido.
Não devemos imaginar que o projeto é mais uma atividade que vamos ter de fazer como tantas outras ou que a escola estão arrumando mais serviço para nós. No projeto, nós professores não devemos pensar que somente teremos mais um afezer, pois quem na realidade deve interagir e trabalhar são os alunos. Nós professores deveremos administrar essa atividade, mediando e facilitando suas etapas. Àquele professor que resiste a trabalhar com projeto, achando que terá mais serviço, eu aconselho estudar um pouco mais sobre o que é realmente um projeto, pois só assim perceberá que não é essa a proposta. Muitos resistem por causa dos conteúdos. Aconselho, nesses casos, que pensem então em trabalhar os conteúdos com projetos ou projetos dos conteúdos. Particularmente, acho que a resistência maior está no desconhecido e também na necessidade de ser mais flexível, já que é impossível trabalhar com projetos de forma rígida e inflexível. Num projeto, estamos abertos a tudo, pois projetar é uma referência ao futuro, que, em muitos casos, ainda é desconhecido.
domingo, 25 de abril de 2010
O que é leitura e escrita?
Será que com essa prática pedagógica as crianças conseguem compreender o significado da escrita e da leitura?
Ensinar somente os códigos de leitura e escrita? Isso é letramento? Não, não é letramento e muito menos alfabetização no que
diz respeito à compreensão do que é a escrita. Concordo com Vygotsky (1991, p. 119) quando afirma que:
Até agora, a escrita ocupou um lugar muito estreito na prática escolar, em
relação ao papel fundamental que ela desempenha no desenvolvimento cultural
da criança. Ensina-se as crianças a desenhar letras e construir palavras com elas,
mas não se ensina a linguagem escrita. Enfatiza-se de tal forma a mecânica de
ler o que está escrito que acaba-se obscurecendo a linguagem escrita como tal.
As crianças (e principalmente os que apresentam “dificuldades para aprender”)
precisam refletir sobre o código escrito, precisam vivenciá-lo em seu contexto, para isso observei que o professor tem como função colocar as crianças em contato com gêneros textuais diferenciados, solicitando a elas que utilizem a escrita para escrever, e a leitura para ler . A escrita não pode ser simplesmente usada para cópia e
a leitura como repetição do que a professora fala, como está escrito na citação acima, pois assim estaremos desvinculando a leitura e a escrita das experiências de vida e de linguagem das crianças; esta ficará apenas, baseada na repetição, na reprodução. Precisamos mudar e a partir do planejamento de projetos tenho sentido esta diferença.
Ensinar somente os códigos de leitura e escrita? Isso é letramento? Não, não é letramento e muito menos alfabetização no que
diz respeito à compreensão do que é a escrita. Concordo com Vygotsky (1991, p. 119) quando afirma que:
Até agora, a escrita ocupou um lugar muito estreito na prática escolar, em
relação ao papel fundamental que ela desempenha no desenvolvimento cultural
da criança. Ensina-se as crianças a desenhar letras e construir palavras com elas,
mas não se ensina a linguagem escrita. Enfatiza-se de tal forma a mecânica de
ler o que está escrito que acaba-se obscurecendo a linguagem escrita como tal.
As crianças (e principalmente os que apresentam “dificuldades para aprender”)
precisam refletir sobre o código escrito, precisam vivenciá-lo em seu contexto, para isso observei que o professor tem como função colocar as crianças em contato com gêneros textuais diferenciados, solicitando a elas que utilizem a escrita para escrever, e a leitura para ler . A escrita não pode ser simplesmente usada para cópia e
a leitura como repetição do que a professora fala, como está escrito na citação acima, pois assim estaremos desvinculando a leitura e a escrita das experiências de vida e de linguagem das crianças; esta ficará apenas, baseada na repetição, na reprodução. Precisamos mudar e a partir do planejamento de projetos tenho sentido esta diferença.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
PLANEJAMENTO
PLANEJAMENTO
Com a proximidade do início do estagio do PEAD, passei alguns dias preocupando-me com o planejamento diário que a prática iria exigir, e após varias buscas e pesquisas, nas disciplinas já relizadas, constatei a importância do planejamento na nossa profissão, pois esta é uma guia de orientação que auxilia na concretização daquilo que se almeja.
O planejamento se torna necessário a nós educadores a medida que nos preocupamos em termos qualidade naquilo que fazemos. Sendo assim nossas ações atuam não somente em nossos alunos, mais também em nós mesmos e acabam por afetar a sociedade.
Se o papel do professor é o de provocar desequilíbrio, mudança, também nessa ação, o planejamento se torna um passo principal, possibilitando caminhos ao conhecimento, as mudanças e a transformação, que são os objetivos da educação.
Portanto o planejamento tem para a práxis do professor a finalidade de dar direcionamento as ações as ações pré-determinadas; a finalidade de auxiliar quanto a dificuldades e eventualidades de forma a agir tanto no próprio professor, quanto no aluno provocando o aprendizado e viabilizando o processo de ensino.
O planejamento então deve estar de acordo com o nível dos educandos, relacionando os conteúdos, os conhecimentos próprios e a realidade de forma a criar novos conhecimentos que auxiliem na vida cotidiana do educando.
Com a proximidade do início do estagio do PEAD, passei alguns dias preocupando-me com o planejamento diário que a prática iria exigir, e após varias buscas e pesquisas, nas disciplinas já relizadas, constatei a importância do planejamento na nossa profissão, pois esta é uma guia de orientação que auxilia na concretização daquilo que se almeja.
O planejamento se torna necessário a nós educadores a medida que nos preocupamos em termos qualidade naquilo que fazemos. Sendo assim nossas ações atuam não somente em nossos alunos, mais também em nós mesmos e acabam por afetar a sociedade.
Se o papel do professor é o de provocar desequilíbrio, mudança, também nessa ação, o planejamento se torna um passo principal, possibilitando caminhos ao conhecimento, as mudanças e a transformação, que são os objetivos da educação.
Portanto o planejamento tem para a práxis do professor a finalidade de dar direcionamento as ações as ações pré-determinadas; a finalidade de auxiliar quanto a dificuldades e eventualidades de forma a agir tanto no próprio professor, quanto no aluno provocando o aprendizado e viabilizando o processo de ensino.
O planejamento então deve estar de acordo com o nível dos educandos, relacionando os conteúdos, os conhecimentos próprios e a realidade de forma a criar novos conhecimentos que auxiliem na vida cotidiana do educando.
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