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terça-feira, 30 de junho de 2009

Leitura e reflexão do ensaio de Adorno

Concordo plenamente com a solução que o autor sugere, para que não criemos chances, nem dermos margens a nenhum tipo de repetição do ocorrido, precisamos investir em educação, e como diz o texto, primeiramente na educação infantil e apo´s em esclarecimentos gerais, como espiritual, social e cultural, para que as pessoas se tornem conscientes do ocorrido e que não queiram nunca tal repetição.
Deve-se também promover mecanismos de esclarecimentos sobre os atos acontecidos, evitando assim a reincidência de tais atos tão agressivos.
Somente a educação trabalharia sobre a inconsciência das pessoas e seriam estas dissuadidas de carentes de reflexão sobre si mesmos de atacarem os outros.
De acordo com o texto, do ponto de vista sociológico, somente pessoas fracas podem ser persuadidas a fazerem o mal ou aceitarem o mal para si próprio, então ao ensinarmos as pessoas a amar a si mesmos e aos outros, estas criarão força moral e não se sentirão mal amadas e assim preocuparão-se mais com o próximo e não aceitarão maldades e injúrias contra si e aos seus próximos .
Sendo assim , quando as pessoas aprenderem a amar suficientemente, aprenderão a se preocupar com o bem estar e os interesses dos seus próximos e assim proporcionarão a si e aos outros uma coletividade relativamente civilizada.
Trazendo isto aos dias de hoje, acredito que nós professores somos muito responsáveis no que diz respeito para que esta barbárie realmente não se repita, fazendo o possível, para que desde a educação infantil os alunos sejam amáveis entre si, evitando a frieza e o desamor, entre eles próprios e para com o próximo, evitando nas escolas as brincadeiras de mau gosto, como debochar de um colega, fazer comentários bobos sobre vestimentas, tipo de cabelo, cor de pele, etnias ou condições sociais, pois estas brincadeiras de mau gosto, acabam sendo a preferida de muitas crianças, hoje em dia. Acabando com estas e outras brincadeiras tipo sádicas, estaremos contribuindo para que crianças, não se sintam perseguidas e já desde pequenas, não sintam-se menos que outras ou menosprezadas e assim desconfiantes em si, medrosos e assim de fácil manipulação.